"Num cantinho de um terreiro, sentado num banquinho, pitando o seu cachimbo, um preto-velho chorava. De "seus olhos" molhados, estranhas lágrimas desciam-lhe pelas faces e não sei porquê, contei-as ... Foram sete.
Na incontida vontade de saber aproximei-me e o interroguei.
- Fala, meu preto-velho, diz ao teu filho por que externas assim uma tão visível dor?
E ele, suavemente respondeu:
- Estás vendo esta multidão que entra e sai? As lágrimas contadas estão distribuídas a cada uma delas."
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